Cansei dos padrões e dos preconceitos. Se pudesse, iria para a Índia nesse exato momento. Aprender a dar valor para além do material. Me sinto oprimida nessa sociedade fingida. Tenho tanto a aprender e percebo que perco meu tempo nessa jaula urbana que me foi destinada. Tenho tantas crenças e sonhos e esperanças que não cabem nesse potinho que tenho nas mãos.
Quero vida. Quero viver.
Não vivo aqui. Sou nada aqui. Não sou domesticada. Domesticável.
Não quero mais essa vida pobre e que não me satisfaz. Esses paradigmas que não mudam e essas pessoa que não falam. Não quero mais ser quem sou. Comer o que como, pensar o que penso, vestir o que visto.
O mundo é injusto e cruel.
Esse mundo.
domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Eu odeio muito todo esse sentimento
De que serve?
Me magoa, me exausta
Me deprime e me sufoca
Não! Eu não quero mais saber !
Eu tô cansando ...
e como estou!
Não quero vírgulas, pontos
encontros ou desencontros
Nada
Nada me satisfaz
Satisfaz muito mais do que toda essa besteira
Esse chove não molha que nunca resseca
Eu quero mais!
Muito mais do que essa superfície supérflua
Substancial e sem atrativos
A vida vale a pena
A pena vale a vida
Não, não me vale mais
Nada importa
EU já nem sei quem sou
Isso se algum dia soube
Sou uma incógnita
Lúcida e transparente
Tão transparante que viro incógnita
Pois os olhos não conseguem enxergar
A claridade dos sentimentos
NÃO! Não quero mais por um momento qualquer
Viver essa coisa fingida e oprimida
Sem vida e sem cor
Cinza, acinzentada, cinzenta
Me cubro com teu véu de rosas
Para sentir o perfume
Do doce amargo delírio da pétala
Que me exila
E exala qualquer coisa
Vindo de não sei onde
De que serve?
Me magoa, me exausta
Me deprime e me sufoca
Não! Eu não quero mais saber !
Eu tô cansando ...
e como estou!
Não quero vírgulas, pontos
encontros ou desencontros
Nada
Nada me satisfaz
Satisfaz muito mais do que toda essa besteira
Esse chove não molha que nunca resseca
Eu quero mais!
Muito mais do que essa superfície supérflua
Substancial e sem atrativos
A vida vale a pena
A pena vale a vida
Não, não me vale mais
Nada importa
EU já nem sei quem sou
Isso se algum dia soube
Sou uma incógnita
Lúcida e transparente
Tão transparante que viro incógnita
Pois os olhos não conseguem enxergar
A claridade dos sentimentos
NÃO! Não quero mais por um momento qualquer
Viver essa coisa fingida e oprimida
Sem vida e sem cor
Cinza, acinzentada, cinzenta
Me cubro com teu véu de rosas
Para sentir o perfume
Do doce amargo delírio da pétala
Que me exila
E exala qualquer coisa
Vindo de não sei onde
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Engraçado como algumas coisas mudam o nosso dia.
E ... pra melhor! Um incentivo, um elogio ajudam tanto ... parecem renovar o astral.
Não pertenço à depressão.
Muito pelo contrário!
Gosto de sorrisos, de baguncia e felicidade.
That's who I'm ... you know ...
Mas a vida é dura, às vezes a fase em que estamos é difícil.
A energia tem que ser renovada.
Sou feliz por um pequeno instante e esse pequeno instante que nos dá tanto prazer e satisfaz a alma é nada mais do que a felicidade.
Que tão pequena, mas tão preciosa, faz com que minha respiração se firme e meu coração bata no compasso certo. O verdadeiro. O precioso.
E ... pra melhor! Um incentivo, um elogio ajudam tanto ... parecem renovar o astral.
Não pertenço à depressão.
Muito pelo contrário!
Gosto de sorrisos, de baguncia e felicidade.
That's who I'm ... you know ...
Mas a vida é dura, às vezes a fase em que estamos é difícil.
A energia tem que ser renovada.
Sou feliz por um pequeno instante e esse pequeno instante que nos dá tanto prazer e satisfaz a alma é nada mais do que a felicidade.
Que tão pequena, mas tão preciosa, faz com que minha respiração se firme e meu coração bata no compasso certo. O verdadeiro. O precioso.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Brasis - 4 Cabeça
Tem um Brasil
Que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem um outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacoxê
da mulata
Um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá é
Iqualzinho ao que pede
Pede paz, saúde, trabalho, dinheiro
Pede pelas crianças do país inteiro
Tem um Brasil que soca
Outro que apanha
Um Brasil que saca
Outro que chuta
Perde, ganha, sobe, desce
Vai á luta bate bola
Porém não vai á escola
Brasil de bronze
Brasil de lata
É negro, é branco, é Nissei
É verde,é índio peladão
É mameluco, é cafuzo,
É confusão
Óh pindorama eu quero
O teu porto seguro
Tuas palmeiras, tuas feiras, teu café,
Tuas riquezas, praias, cachoeiras
Quero ver o teu povo de cabeça em pé
Que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem um outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacoxê
da mulata
Um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá é
Iqualzinho ao que pede
Pede paz, saúde, trabalho, dinheiro
Pede pelas crianças do país inteiro
Tem um Brasil que soca
Outro que apanha
Um Brasil que saca
Outro que chuta
Perde, ganha, sobe, desce
Vai á luta bate bola
Porém não vai á escola
Brasil de bronze
Brasil de lata
É negro, é branco, é Nissei
É verde,é índio peladão
É mameluco, é cafuzo,
É confusão
Óh pindorama eu quero
O teu porto seguro
Tuas palmeiras, tuas feiras, teu café,
Tuas riquezas, praias, cachoeiras
Quero ver o teu povo de cabeça em pé
Assinar:
Comentários (Atom)