Verbos sempre me ajudam ao iniciar poemas
Ou poesias. De alguma forma, pelas
Ações, consigo me expressar melhor.
Mas dessa vez, não colocarei verbos.
Tampouco rimarei qualquer coisa.
Escreverei na lata, sem rodeios.
Palavras jogadas ao vento para quem
Quiser ouvir e degustá-las, na medida do amor.
Falo de pais e filhos, de amor fraterno.
Falo também de amor sincero.
Na verdade qualquer tipo de amor é válido.
Beleza, afeto e carinho. Não é sozinho.
A menina me fitava com olhos de pedinte,
De carente. Não podia lhe deixar.
Ela queria tudo, ela queria nada.
Queria amor, queria amar.
Não posso rimar, mas prosseguirei.
Se eu acaso rimar, lembrem à mim
Que rimar não mais poderei.
E continuo aqui.
Escolhas dizem para o lugar que vamos.
Olhos entregam o lugar para onde queremos ir.
Palavras mudam o lugar em que estamos.
Sem amor não poderei mais seguir.
Consegui o que queria.
Mas afinal, o que eu queria?
Se eu tivesse de explicar, com certeza,
Não conseguiria dizer nada.
Me orgulho. Quero ir mais fundo.
Achar um baú com tesouro.
Mas não falo de ouro, falo de
Sentimentos e não de momentos.
Ok, posso inserir momentos importantes
Em que as coisas estavam monótonas e
Constantes, mas eram de alguma forma,
Marcantes ao meu ver. E ficaram.
Todas as respostas encontrei.
Pessoas eu deixei e não deixarei
De dizer do que aprendi, dos amigos
Em que confiei, dos rostos almados.
Falo pro nada, sem travas.
Falo nada e falo alto!
Tudo é certo, tudo parece ser.
A contradição abala pouco ao meu ver.
Sério, muito sério.
Não vou brincar.
Vou encerrar.
Apenas, não tenho palavras.
2 comentários:
queria ser um pedacinho disso tudo... vc hem... sempre assim, sempre noossss deixando assim. amor? pelas minhas contas... amor é pouco!.. S2
caramba, muito bom... está bem aqui o futuro dos poemas em nosso país hahaha
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