''Às vezes eu amo,
E construo castelos;
Às vezes eu amo tanto,
Que tiro férias,
E embarco num tour pro inferno.
Mora em mim,
Que eu deixo as portas sempre abertas -
Onde ninguém vai te atirar,
As mãos vazias nem pedras.
Eu acredito nas besteiras,
Que eu leio no jornal;
Eu acredito no meu lado,
Português, sentimental;
Eu acredito em paixão e moinhos lindos.
Mas a minha vida sempre brinca comigo,
De porre em porre, vai me desmentindo. ''
Nenhum comentário:
Postar um comentário